sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

São Luiz anuncia programação após reabertura, que será no dia 28 de dezembro. Filme sobre Lula é destaque


Do JC Online

O Cinema São Luiz anunciou a programação de filmes que serão exibidos durante o mês de janeiro. Entre os filmes que constam na grade, estão Lula, O Filho do Brasil, além dos longas-metragens pernambucanos Baile Perfumado, Orange de Itamaracá, KFZ-1348 e Deserto Feliz. As entradas vão custar R$ 4 a inteira e R$ 2 a meia.
O cinema será reaberto numa solenidade na próxima segunda-feira (28), realizada apenas para convidados. O filme que vai marcar a reinauguração do São Luiz é o longa-metragem Baile Perfumado, de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, que estreou em 1997 no mesmo cinema.

Baile Perfumado também será o primeiro na programação de janeiro do cinema, que agora é administrado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuico (Fundarpe). O filme traz a história real do libanês Benjamin Abrahão, mascate responsável pelas únicas imagens de Virgulino Ferreira, o Lampião. Lula, O Filho do Brasil, de Fábio Barreto, estreia na sexta-feira (15), e contará com três sessões diárias, às 16h, 17h30 e 20h.

Além dos longas, o público poderá assistir todos os dias a sessões gratuitas de curtas pernambucanos que foram selecionados através de convocatória da Fundarpe. Ao todo, serão 15 curtas-metragens. Confira a programação completa a seguir:

Programação de janeiro do Cinema São Luiz

Terça-feira (12/01/2010)


16h – Baile Perfumado (1996, 93 minutos), de Lírio Ferreira e Paulo Caldas

18h – Sessão Curtas Pernambucanos

- Tejucupapo (2003, 26 minutos), Marcílio Brandão
- Cachaça (1995, 13 minutos), Adelina Pontual
- A Partida (2003, 15 minutos), Sandra Ribeiro
- Não Me Deixe em Casa (2009, 20 minutos), Daniel Aragão
- Ave Maria, Mãe dos Sertanejos (2009, 12 minutos), de Camilo Cavalcanti

20h – Orange de Itamaracá (2006, 78 minutos), Franklin Júnior

Quarta-feira (13/01/2010)

16h – Baile Perfumado (1996, 93 minutos), de Lírio Ferreira e Paulo Caldas

18h – Sessão Curtas Pernambucanos

- É Mais Fácil Um Boi Voar (2004, 18 minutos), de Marcílio Brandão
- O Pedido (1999, 15 minutos), Adelina Pontual
- Até o Sol Raiá (2007, 12 minutos), de Fernando Jorge e Leanndro Amorim
- A História da Eternidade (2003, 10 minutos), de Camilo Cavalcanti
- Uma Vida e Outra (2006, 18 minutos), Daniel Aragão

20h – KFZ-1348 (2008, 81 minutos), Gabriel Mascaro e Marcelo Pedroso

Quinta-feira (14/01/2010)

16h – Baile Perfumado (1996, 93 minutos), de Lírio Ferreira e Paulo Caldas

18h – Sessão Curtas Pernambucanos

- Três Contos de Réis (2008, 11 minutos), de Maria Pessoa
- Véio (2005, 20 minutos), de Adelina Pontual
- Nossos Ursos Camaradas (2009, 12 minutos), de Fernando Spencer
- São (2007, 07 minutos), Pedro Severien
- O Velho, o Mar e o Lago (2000, 20 minutos), de Camilo Cavalcanti

20h – Deserto Feliz (2007, 88 minutos), Paulo Caldas

Sexta-feira (15/01/2010)

16h / 17h30 / 20h – Lula, O Filho do Brasi (2009), de Fábio Barreto

22h – Sessão de Arte (a definir)
Sábado (16/01/2010)

10h – Sessão de Arte (a definir)

13h30 – Sessão Infantil (a definir)

16h / 17h30 / 20h – Lula, O Filho do Brasi (2009), de Fábio Barreto
Domingo (17/01/2010)

13h30 – Sessão Infantil (a definir)

16h / 17h30 / 20h – Lula, O Filho do Brasi (2009), de Fábio Barreto


Terça, quarta e quinta (dias 19, 20 e 21 de janeiro)

13h30 – Sessão Infantil (a definir)

16h / 17h30 / 20h – Lula, O Filho do Brasi (2009), de Fábio Barreto

(na terça-feira, 19 de janeiro), não haverá a sessão das 20h)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Salário mínimo de R$ 510,00 em janeiro de 2010 e aposentadoria reajustada em 6,14%


O presidente Lula assinou nesta quarta-feira (23/12) medida provisória (MP) que aumenta o salário mínimo e MP que reajusta benefícios previdenciários de valores superiores.

O mínimo foi fixado em R$ 510,00. Enquanto os demais benefícios da Previdência serão corrigidos em 6,14%. Os novos valores valem a partir de 1º de janeiro de 2010.

As MPs foram publicadas nesta quinta-feira (24/12) no Diário Oficial da União (DOU).

Satisfação geral: uma Conferência vitoriosa


Publicado em 18/12/2009 no portal
da Contee: http://www.contee.org.br/noticias/contee/nco238.asp
Por Daniele Moraes*


O que para muitos parecia impossível aconteceu: a primeira Conferência Nacional de Comunicação, realizada em Brasília, entre 14 e 17 de dezembro, terminou com gosto de vitória para os três segmentos ali representados: sociedade civil, sociedade civil empresarial e poder público. Isso porque as divergências entre esses campos não foram capazes de superar o poder de diálogo maduro estabelecido com muito esforço ao longo de todo o processo de construção da CONFECOM.

Sabotada inúmeras vezes por parte do segmento empresarial, que chegou abandonar o processo, a CONFECOM obteve resultados importantes. Em primeiro lugar, foi responsável por impulsionar e fomentar o amplo debate na sociedade brasileira sobre a questão da comunicação – sua relevância na democracia, seu caráter de direito humano e seu impacto direto na vida da população. Além disso, a Conferência trouxe resultados concretos com a aprovação de resoluções legítimas, que caracterizam e resumem os principais anseios da sociedade em relação à comunicação – alcançadas após discussões e negociações amplas entre os atores envolvidos na CONFECOM.

Veja AQUI algumas das propostas aprovadas, de maneira consensual, nos Grupos de Trabalho. Por não haver maioria absoluta (80%) dentro dos GT´s, algumas propostas foram encaminhadas para apreciação e votação nas plenárias finais. Veja AQUI como foi o processo e conheça algumas das resoluções aprovadas.

O saldo da Conferência, para além de seu caráter pedagógico, está na formatação de propostas objetivas e concretas que resumem aquilo de que mais importante tem sido debatido sobre o tema no Brasil – por militantes, trabalhadores, usuários e empresários da Comunicação.

As resoluções da CONFECOM serão um importante instrumento para a elaboração de políticas públicas de comunicação, para pressionar parlamentares e governantes e para a reivindicação da inclusão dessas diretrizes nas plataformas de Campanha dos candidatos nas próximas eleições.

Entretanto, acima de tudo, a CONFECOM deixa para a sociedade brasileira um grande desafio: o de consolidar a prática da realização de Conferências de Comunicação que, como esta, só têm a contribuir para o fortalecimento da democracia no País e para o seu desenvolvimento. Se dentro de dois anos realizarmos a próxima CONFECOM, teremos de fato alcançado uma grande vitória. Vale ainda saudar os abnegados companheiros envolvidos nos movimentos de democratização da mídia pelo esforço, trabalho e dedicação. Por hora, é comemorar os resultados e continuar a luta!


* Daniele Moraes é assessora de Comunicação da CONTEE
Imagens: Vandré Fernandes

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Conferência aponta novos rumos para a comunicação no Brasil

Matéria extraída do www.vermelho.org.br

17 de Dezembro de 2009 - 22h11

Terminou nesta quinta (17), no Centro de Convenções Ulisses Guimarães em Brasília, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Representantes dos três segmentos envolvidos nos debates (sociedade civil não empresarial, empresarial e poder público) deixaram o espaço destacando o surgimento de um novo canal de diálogo entre eles. Só por consenso, ou seja, com o apoio de mais de 80% dos delegados dos grupos de trabalho, foram aprovadas 532 propostas.

Estiveram presentes 1.684 delegados e mais de 400 observadores. Dos delegados presentes 40% eram do movimento social, 40% empresarial e 20% do poder público. As empresas foram representadas pela Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra), encabeçada pelos grupos Bandeirantes e Rede TV, e a Telebrasil que representou as operadoras de telefonia.

O último dia ficou caracterizado por uma disputa acirrada nas propostas mais polêmicas como a que trata do serviço de internet por banda larga. Os empresários queriam que o serviço fosse estendido à população por intermédio da iniciativa privada.

Prevaleceu a vontade do movimento social sobre um serviço prestado em regime público com metas de universalização. Por outro lado, o segmento empresarial derrotou a proposta de uso do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para revitalização da Telebrás.

Os empresários também foram derrotados com a aprovação da proposta que “cria mecanismo de fiscalização sobre emissoras de rádio e TV que veiculem conteúdos que atentem contra crianças e minorias”. A proposta foi aprovada por 370 votos contra 343.

Conselho de Comunicação

Uma das propostas mais importantes é a que cria o Conselho Nacional de Comunicação, instância de monitoramento, formulação e debate das políticas do setor no Brasil. Com representação dos três segmentos, o órgão seria semelhante aos que já existem em diversos países como os Estados Unidos, Inglaterra e França.

Questionado sobre se o Conselho seria criado, o presidente da comissão nacional organizadora do evento, Marcelo Bechara, disse esperar que sim visto que os segmentos presentes chegaram a um consenso sobre o tema. “Acho um fórum importante para dar continuidade aos debates”, disse.

Na sua opinião, a Confecom foi uma contribuição histórica e uma conquista da sociedade. “Acho que manter um fórum de discussão, um canal aberto é sim o primeiro passo para a agente fazer uma avaliação importante das grandes conquistas colocadas aqui e de outras que vão merecer uma reflexão maior”, diz.

Walter Vieira Ceneviva, vice-presidente executivo do Grupo Bandeirante, afirmou que o Conselho de Comunicação proposto na Confecom para o acompanhamento do marco da comunicação no Brasil dependerá da aprovação do legislativo. Ele acha difícil comentar a proposta de apenas quatro linhas, mas pelo fato de propor uma estrutura para assegurar os direitos dos três segmentos, acha a proposta “bastante adequada”.

Ele avaliou que o resultado da Confecom vai ajudar no aprimoramento da comunicação no Brasil ao contrário do que outros grupos de comunicação pensam. “O ponto de vista positivo é o fato de ela ter estabelecido uma interlocução com os diversos segmentos da sociedade civil não empresarial, a empresarial e o poder público federal, estadual e municipal”, avaliou.

Gilmar Dantas


Com participação ativa nas negociações, o representante da Associação Portal Vermelho, Altamiro Borges, diz que os setores progressistas presentes no evento saíram surpreendidos com a quantidade de propostas avançadas que foram aprovadas. “São bandeiras históricas do movimento social de regulamentação e controle do monopólio. Teve grupo que aprovou 421 questões consensuais”, avaliou.

Ele destaca ainda as conquistas alcançadas pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). “A luta pela regulamentação da profissão contra o atentado que o Gilmar Mendes, ou Gilmar Dantas, do Supremo (Tribunal Federal) cometeu contra o diploma da categoria foi feita (...) É preciso regulamentar. Não pode deixar a barbárie imperar nos jornalistas”, afirmou.

Miro diz quem for ler a resolução final da Conferência ficará abismado “sobre os princípios do movimento popular que foram reafirmados nos debates com a questão de gênero, ética e publicidade. “São princípios que deixam de ser formulação do movimento social, eles passam a ser institucional. “Os pessimistas morderam a língua”, comemorou.

O presidente da Fenaj, Sérgio Murilo, diz que dos temas centrais que os jornalistas escolheram para os debates todos foram aprovados. “A defesa da nossa regulamentação, a necessidade de formação específica do jornalismo, a ideia de ter um diploma de nível superior como critério democrático de acesso à profissão e a proposta do Conselho Federal para a profissão”, enumerou.

Para a categoria, segundo o presidente da Fenaj, foi de fundamental importância também a proposta de que seja estabelecido um código de ética comum tanto para o profissional quanto para a empresa. “Isso é um passo fundamental e recebemos aqui o apoio da Confecom”, diz.

Ainda na noite desta quinta o site oficial do evento não havia divulgado a consolidação das propostas aprovadas e que vão constar no relatório final.

Da Sucursal de Brasília,
Iram Alfaia

"Empresário" usa método Arruda na Confecom



Publicada em quinta(no blog do Rodrigo Viana), 17/12/2009 às 13:25 e atualizado em quinta, 17/12/2009 às 13:30

O método José Roberto Arruda de votação faz escola na Conferência de Comunicação. Mas foi desmascarado por uma tabelinha Escrevinhador/Cidadania.com - http://edu.guim.blog.uol.com.br/.

Delegado do setor empresarial usa duas máquinas pra votar: tentativa de fraude na Confecom

Vou explicar melhor. Antes, uma rápida descrição.

Hoje, ocorre em Brasilia a Plenária final da Confecom. Estão em jogo as propostas mais polêmicas, que não foram aprovadas diretamente nos GTs (grupos de trabalho).
Havia um acordo para que os empresários não pedissem "questão sensível" nas votações. Ou seja, que não usassem o direito de vetar propostas polêmicas. Logo cedo, foram aprovadas na Plenária duas propostas, por maioria de votos, contra o interesse dos empresarios: prpostas que estabelecem o princípio da fiscalzação sobre os meios de comunicação.

Derrotados no voto, os empresários romperam o acordo. A partir daí, passaram a pedir "questão sensível" em toas as votações importantes. Por exemplo: havia a proposta de fortalecer a Telebrás para fornecer serviços de comunicações à população de baixa renda. Os empresários sabiam que iriam perder. Pediram questão sensivel. Resultado: a proposta teve 55% dos votos, mas foi rejeitada: questão sensivel significa que a proposta, pra passar, precisa de pelo menos 60% dos votos.

Mesmo em minoria, os empresários passaram a vetar muita coisa. Quase sempre por estreita margem de voto. A votação é eletrônica. Olhando o resultado no telão, notei que havia algo errado. Na bancada dos grandes empresários parecia haver um número de votantes menor do que os votos registrados eletronicamente.

Fui conferir de perto. A meu lado, estava o Eduardo Guimarães, do blog Cidadania.com. Logo notei que havia um sujeito, com crachá azul (dos empresários), com duas maquininhas de votar na mão. Avisei o Eduardo, que bateu a foto. Ela aparece aqui, no blog do Eduardo.

Pedimos questão de ordem, requisitando a recontagem de votos, e a retirada do sujeito do plenário. Tenho o nome dele anotado, e sei que o sujeito representa uma grande empresa de telecomunicações, privatizada nos anos 90. As iniciais do delegado são J.C.D. Não vou dar o nome aqui, porque provavelmente ele fazia isso a mando de alguém, deve ser um funcionário trazido à Confecom para votar de acordo com o que manda o patrão.

Alguns companheiros da sociedade civil apelaram para que Eduardo e eu não pedíssemos mais recontagem e recadastramento de delegados, porque isso poderia inviabiliizar a Confecom.

Acatamos o pedido, e o Eduardo entregou as fotos à comissão de organização.
O "método Arruda" não tira a legitimidade da Confecom - que vai sinalizar , sim, muitos avanços.

De todo jeito, é vergonhoso que parte do setor empresarial apele para o "método Arruda", na tentativa de barrar as propostas mais avançadas da Confecom.
Mas não deixa de ser coerente. Parte dos empresários tem tudo a ver com o DEM, o Arruda, e seus métodos "democráticos". Eles se merecem!

Confecom aprova o Conselho de Comunicação; "Globo" e "Veja" vão dizer que é chavismo!

Publicada em quinta, 17/12/2009 às 01:42 e atualizado em quinta, 17/12/2009 às 01:43

A Conferência Nacional de Comunicação propôs nesta quarta-feira a criação de um Conselho Nacional de Comunicação. Trata-de de uma vitória histórica.

A "Globo" e a "Veja" vão dizer que o Brasil agora caminha para o chavismo! He, he. Azar deles. Quem mandou fugir do debate, e não participar da conferência. Em países capitalistas avançados, há órgâos reguladores para impor limites aos abusos da mídia. No Brasil, agora, há mais chance de isso ocorrer.

Os grandes meios de comunicação temem qualquer forma de fiscalização ou controle. Aliás, a palavra "controle" é banida de todas as resoluções aprovadas na Confecom, porque os empresários tem poder de veto - como já expliquei em outros textos.

Mas depois de muita negociação, a conferência conseguiu aprovarar a proposta de se criar o tal Conselho. Isso agora (como quase tudo que é aprovado na Confecom) depende da pressão social para ser votado no Congresso Nacional. Mas, com a chancela da Confecom, fica mais fácil criar o Conselho - que deve ter representantes da sociedade, dos empresários e do setor públicio.

Boa parte do dia em Brasilia foi gasta com debates nos chamados GTs (grupos de trabalho). Cada um debateu um tema específico. Tomei parte do GT 13, que debateu "órgãos reguladores". Nesse meu grupo, havia uma ótima proposta em pauta, para se criar um Conselho de Comunicação abrangente, com caráter deliberativo, e que tivesse o papel de fiscalizar e regulamentar a área. Mas o setor empresarial (grupo Bandeirantes à frente) vetou a proposta. Depois de muita negociação, aceitou uma proposta bem seca, sem detalhar atribuições do conselho.

Mas em outro GT da conferência, o Conselho foi aprovado com um texto mais bem elaborado. E o melhor: foi aprovado por unanimidade. Ou seja, a idéia do Conselho nem pecisa passar pela Plenária Final da Confecom. Já virou resolução, direto!
Nesta quinta, na Plenária, acontecerão outros embates. A bancada empresarial é grande (40% dos delegados) e coesa. Com exceção de um pequeno grupo de 20 empresários de pequeno porte, do qual faço parte como delegado eleito, e que costuma votar nas teses mais avançadas defendidas pelo movimento social.

Leia , na matéria da CartaMaior, mais detalhes sobre temas já votados na Confecom - http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16288.